Luisa Mell: “Não vão calar minha voz”. Sobre ameaças de morte

Luisa Mell mostrou no Instagram que teve de ser escoltada pela polícia pois criadores tentaram invadir seu canil e ataca-la

A ativista e apresentadora Luisa Mell passou por um susto na noite de terça-feira (19), ao sofrer ameaças de morte. Ela contou que seu centro de triagem sofreu uma tentativa de invasão por criadores de cachorros. “A gente teve que chamar polícia por que os criadores queriam me matar e invadir e roubar os animais. Quando eu falo que esse tipo de criador é bandido é por que é”, comentou.

Na ferramenta stories do Instagram, ela explicou que chegaram a por fogo na porta do centro, e ela foi retirada de lá por uma escolta policial. Em diversos vídeos, Luisa Mell chamou alguns criadores de raças de cachorros de “fábricas de filhotes”, que usam os animais para lucrar. “Estão querendo me linchar, estão querendo me matar, estão querendo acabar com meu trabalho de qualquer maneira”, declarou em mensagens emocionadas na rede.  

Luisa ainda continuou: “Vocês não sabem o que eu estou passando, vocês não sabem as ameaças que estão rolando em grupos de WhatsApp. Mas a gente está conseguindo mudar o mundo. (…) Vocês não vão conseguir por que a gente tem um país inteiro que abriu os olhos para que esse tipo de criador”.

Já dessa quarta-feira (20) ela deu mais detalhes do ocorrido. Luisa agradeceu o apoio policial e de outros ativistas que a ajudaram, e deixou bem claro que não vai parar de lutar por esses animais: “Vocês não vão conseguir calar minha voz, até por que minha voz já se disseminou”, completou.

Uma das mais conhecidas ativistas da causa animal no Brasil, Luisa Mell defende, entre outras coisas, que Pet Shops e lojas parem de vender animais. De acordo com ela, quem visa o lucro acaba fazendo o possível para cortar gastos, e assim não consegue oferecer uma vida digna aos animais que ainda não foram adotados.

Luisa Mell ainda se prontificou a falar com criadores que também condenam esse tipo de criação, para, juntos, pensarem em como mudar a legislação.Fonte: IG Gente

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *