04 de Outubro. Infelizmente o aumento do número de cães de raça abandonados é uma realidade nacional


Criado em 1931, o Dia Mundial dos Animais é celebrado junto a um de seus mais conhecidos protetores, São Francisco de Assis. No mesmo dia 4, o Brasil comemora o Dia Nacional da Adoção Animal, com objetivo de conscientizar sobre o abandono de animais de estimação.

No dia 4 de outubro de 2000 surgiu à primeira comemoração intitulada Dia Nacional para ressaltar a importância de uma causa. O Dia Nacional de Adotar um Animal visa à conscientização, união e o conhecimento em prol do bem-estar animal, promovendo a adoção responsável, sem preconceito.

Estas são as armas lícitas de luta que devem ser utilizadas, de maneira que seja possível conquistar espaços e garantir as mudanças que almejamos ver na sociedade.

Infelizmente a adoção de cães sem raça definida ainda sofre preconceito. Muitas pessoas quando vão aos abrigos ou feiras de adoção logo perguntando qual a raça dos animais e querendo saber se eles ‘crescem’. Sendo que outras compram um animal caro, de raça definida, e não dão o mais importante que são os cuidados veterinários e uma boa alimentação.

Outro fator assustador recentemente percebido é o aumento do número de animais de raça abandonados. Eles se tornam potenciais animais atropelados e conseguem sobreviver até menos que os já nascidos em situação de rua. As pessoas não estão conscientes quando decidem trazer para casa um animal.

Infelizmente esta não é uma realidade apenas do Espírito Santo. Dados da Organização Mundial da Saúde revelam que no Brasil existem cerca de 30 milhões de animais abandonados.

Além da vida dura que estes animais levam, passando fome, frio, sede e sendo vítimas de maus tratos, eles representam, também, um problema de saúde pública, já que sem os cuidados necessários as doenças se proliferam. Daí a importância de se promover palestras e debates sobre o assunto, principalmente sobre pontos fundamentais: o abandono precisar acabar, a adoção deve ser promovida e a castração deve ser incentivada.

Os casos de pets que já tiveram dono, mas viraram “órfãos”, são de cortar o coração. Mesmo com a difusão da idéia de considerar os bichos como integrantes da família, algumas pessoas ainda seguem a direção de percebê-los como mercadorias, que, conseqüentemente, podem ser descartadas. Os períodos de férias e festas de fim de ano acumulam recordes, pois os proprietários vão viajar, não têm com quem deixar os amigos de quatro patas (ou não querem gastar com os hoteizinhos) e optam pela medida extrema do descarte.

Esses animais já sofreram muito nas ruas. A diferença entre apadrinhar e comprar um pet está no olhar dos adotados: a gratidão pelo lar.

No Brasil, 41% dos cães com lar fixo não têm raça definida, o popular vira lata. O número foi divulgado em agosto, em pesquisa do Instituto QualiBest, que ouviu 7.084 pessoas. Entre os entrevistados responsáveis por pets soma-se 65% e, desses, 79% têm cães, 39% gatos, 19% aves e 10% peixes.

Depois do cão vira-lata, estão as raças Poodle (11%), Pinscher (7%), Labrador (5%), Pit Bull (3%) e Lhasa Apso (3%). O cão sem raça definida é o mais presente nas casas das classes C e D e 33% deles foram encontrados abandonados nas ruas, segundo a pesquisa.

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Paulo do Amaral

Jornalista fundador do Vida Pet News - O Portal Capixaba de noticias dos animais - https://www.facebook.com/VidaPetNews

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