Vai cair na folia e pretende levar o seu pet junto? Tome alguns cuidados!

Para alguns, chegou a época mais aguardada do ano, o carnaval. Muitos aproveitam o período para descansar. Outros preferem se jogar na folia e acabam levando seus animais de estimação junto.

Muitos tutores se sentem culpados por deixar os animais em casa, ainda que sob a supervisão de alguém de confiança. Porém, ao optar por levá-los é preciso entender que os pets possuem algumas particularidades que precisam ser respeitadas.

Cada espécie de cão possui um temperamento diferente. Os de grande porte costumam ser mais agressivos, já os menores correm risco de se perderem ou mesmo de serem pisoteados em meio a multidão. Agora imagine o risco de vida que um pug ou bulldog francês pode apresentar em função de uma hiperventilação causada pelo calor? Por isso, é preciso se atentar a alguns cuidados. Aliás, é justamente sobre eles que falaremos ao longo deste artigo.

Viaje em condições seguras

Se a opção escolhida for viajar e levar seu companheiro de estimação junto, assegure que ele seja transportado em uma caixa própria para tal. Ela pode ser facilmente encontrada em pet shops. Além disso, deve ter o tamanho adequado para que o animal consiga se virar lá dentro. Outra opção é usar peitoral e cinto de segurança específicos para pets. Estes itens também são facilmente encontrados.

Se o destino escolhido estiver muito distante do local de origem do pet, é importante realizar um número maior de paradas, hidratar o animal com água fresca e se possível manter uma temperatura agradável dentro do carro. Para evitar que eles sofram com enjoo é recomendado suspender a alimentação horas antes, mas caso aconteça o ideal é encaminhar ao médico veterinário. Afinal, ele é o profissional com capacitação para prescrever a medicação correta.

Vai colocar fantasia nos mascotes?

Nesta época de folia muitas pessoas se sentem mais à vontade para vestir roupas e fantasias que normalmente não teriam coragem nos outros dias do ano. Porém, com os pets é diferente. Caso pudessem se expressar através da nossa linguagem, provavelmente eles escolheriam não entrar na onda. Então, caso os animais sejam fantasiados, é importante evitar:

  • Fantasias pesadas e muito apertadas;
  • Adereços como chapéus, óculos e laços muito grande;
  • Passar purpurina, tinta e produtos que não sejam específicos para eles.

Muitos animais possuem a pele sensível e usar produtos que não sejam específicos pode causar sérias irritações. Normalmente os brilhos e purpurinas são em pó, assim é comum que o material fique impregnado na pele dos pets por muito tempo. Sobre as tintas, as recomendadas são aquelas antitóxicas, que não causam danos a pele do animal e saem com no máximo três lavagens.

Cuidado com o som alto

As marchinhas e músicas da moda são ótimas para alegrar os bloquinhos, ou mesmo agitar  quem está em baixo do trio elétrico. Mas, os animais possuem uma audição muito mais apurada que a nossa. A diferença é tão grande que enquanto nós seres humanos escutamos apenas os sons que estão no intervalo entre 16 e 20.000 hertz, a capacidade dos pets fica entre 10 e 40.000 hertz. Muita diferença né?

A questão é tão séria que em muitos casos pode ocorrer a perda parcial da audição e o animal pode sentir fortes dores de cabeça e aumento da irritabilidade. Quando incomodados pelo som, os peludos costumam apresentar comportamentos bem característicos. Eles ficam agitados, indo de um lado para o outro como se estivessem perdidos.  

Colocar um tufo de algodão no ouvido dos animais abafa os ruídos, previne possíveis danos a audição e alivia o estresse. E mais, quando for fazer a retirada dos tampões é importante se certificar que não sobrou nenhum pedaço de algodão, pois podem gerar complicações futuras. Outro cuidado simples para estes momentos e dar atenção e carinho para que o bicho se sinta acolhido e seguro.

Fonte
EstadãoPortal Vira-lata e Blog Lolipet

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